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M.c | Matilde Carvalho – Negócios de Sucesso

M.c | Matilde Carvalho – Negócios de Sucesso

Amor e ... uma secretária

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"Um homem não pode fazer o certo numa área da vida, enquanto está ocupado em fazer errado noutra. A vida é um todo indivisível." Mahatma Gandhi

 

Não, o título deste artigo não pretende apelar aos habituais casos de escritório entre patrão e secretária. Ou mais moderno ainda, entre patroa e secretário. Ou ainda todas as combinações possíveis deste mote.

A secretária a que me refiro é mesmo a velha secretária de madeira, sobre a qual descarregamos as nossas angústias, mágoas, mas também os murros enérgicos de vitória.

É o contraponto à cabana.

Porque se amor e uma cabana pode ser pouco, a verdade é que secretária sem amor é também, seguramente, diminuto.

O que significa para si compatibilizar amor e trabalho? Tem expectativas realistas sobre este objetivo e sobre o caminho para lá chegar? Será que as prioridades que define podem ser flexíveis? Encontra complementaridades e sinergias entre trabalho e família?

 

O Céu é o Seu Limite

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"Dificuldades são como as montanhas. Só se superam quando avançamos sobre elas.", Émile Zola.

Imagine-se numa festa. Ambiente social e agradável. Todos à sua volta sorriem e trocam palavras de circunstância.

Este ambiente parece perfeito e todas as pessoas à sua volta parecem também perfeitas e sem nenhum problema, nenhuma contrariedade.

E você, caro leitor, pensa: "Ah, se a vida fosse sempre assim."

Quantas destas pessoas sorridentes aqui à sua volta têm também problemas, irritações, e, sobretudo, inseguranças?

Ser seguro ou inseguro de si depende do modo como responde a perguntas destas:

É uma pessoa indecisa e sempre pronta para adiar a tomada de decisão?

Copo meio cheio ou meio vazio

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"Um otimista vê a oportunidade em toda a calamidade. Um pessimista vê uma calamidade em toda a oportunidade", Winston Churchill

Como nos posicionamos face a uma catástrofe? Ou, antes ainda, como temos a certeza de que a catástrofe existe mesmo?

Todos sabemos que, no nosso dia-a-dia, nos relacionamos com pessoas negativas e com pessoas positivas. Consegue identificar a diferença entre estes dois grupos? Gosta de se aproximar dos primeiros ou dos segundos?

Possivelmente vai responder que gosta de se relacionar com pessoas positivas e bem humoradas. Mas será que se sente sempre feliz com a felicidade delas? Se sim, o que o impede de chegar tão longe quanto elas?

Hoje, vou falar-lhe da necessidade de treinar todos os dias para poder encontrar com facilidade a oportunidade.

Deitar cedo e cedo erguer

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"Se quisermos que a glória e o sucesso acompanhem as nossas armas, nunca devemos perder de vista os seguintes fatores: o ensino, o tempo, o espaço, o comando e a disciplina", Sabedoria Oriental

Hoje vamos falar de disciplina. Como em tudo, os grandes hábitos são aqueles que nos garantem o sucesso.

Permitem-nos levar a cabo as tarefas do dia-a-dia sem que demoremos demasiado tempo a pensar nelas. Permitem-nos garantir não nos falta o leite no frigorífico ou o relógio no pulso. São as atividades rotineiras que fazemos sem pensar, mas que de facto aparecem feitas.

Mas, mesmo assim, há hábitos e hábitos. Ou seja, nem sempre as mesmas rotinas se adequam de modo igualmente eficaz a todas as pessoas.

Não podemos cair em mitos que não se adequam a nós, sob pena de andarmos contrariados e de nos sentirmos frustrados.

Vamos conhecer os mitos e perceber como podemos aproveitá-los em nosso benefício.

 

 

Nasci para ser Criança

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"Enquanto dentro de ti fores uma criança, terás êxito", Sabedoria Oriental

 

Ainda se lembra da última vez que brincou? Lembra-se do sabor que teve essa brincadeira? Que sensações lhe trouxe? Não lhe sabe bem de cada vez que brinca com os seus filhos, sobrinhos ou filhos de amigos? E com o seu cão?

Pois é. Por muito "crescidos" que queiramos ser, a verdade é que, passada e superada a fase da adolescência, sabe-nos sempre bem quando voltamos a ser crianças.

Para além de uma sensação de liberdade e inocência, a verdade é que retomamos o mundo da fantasia.

Conseguimos imaginar, dar nomes aos brinquedos, dar-lhes profissões e permitir-lhes tornarem-se parte de nós.

 

A galinha da vizinha é maior do que a minha

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"O número dos que nos invejam confirma as nossas capacidades", Oscar Wilde

 

Quantas vezes paramos para apreciar o que os outros têm? Muitas. Faz parte da natureza humana olharmos à volta analisarmos o que temos e o que não temos, face ao que os outros têm. Até aqui tudo bem.

Mas como podemos fazer evoluir esse sentimento? Por um lado, podemos tentar perceber como é que os outros chegaram ao patamar em que se encontram. Definir um plano de ação realista que nos permita reunir as condições necessárias para chegarmos a esse limiar. Por outro lado, podemos assumir a inércia das lamentações, sem evoluirmos. Os outros tiveram mais sorte que nós, são filhos de pais ricos e generosos, moram em lugares onde há mais riqueza, e assim sucessivamente.

Se caminhamos pela opção um, muito possivelmente chegaremos com relativa facilidade e rapidez ao lugar cimeiro onde se encontram aqueles que definimos como modelo. Se caminhamos pela opção dois, muito possivelmente desenvolvemos sentimentos de inveja que nos irão tolher e controlar a ação.

Como podemos saber que a inveja se apoderou de nós?

  1. Maledicência - é o primeiro e mais óbvio sintoma de inveja. Procurar desvalorizar e apoucar o outro. Habitualmente, o maledicente surge apenas para lançar a confusão com algumas frases cómicas ou até com uma tentativa de defender o invejado, mas de uma forma tão subtil que acaba por apoucá-lo ainda mais.
  2. O justiceiro - apercebendo-se das desigualdades entre as pessoas na sociedade, o invejoso irá atacar e rebaixar os mais afortunados, desvalorizando tudo quanto têm ou conseguem. Surge como o grande líder preocupado com os mais fracos, mas afirma-se gradualmente como um destruidor de tudo o que tem valor, acabando por mobilizar as massas nesse sentido.
  3. O pessimista e o crítico - espera o pior dos homens e neles tem nenhuma esperança. Vê os lados negativos de todos os projetos e faz cair por terra em minutos todos os sonhos à sua volta. Leva o efeito contágio a todos, apelando aos nossos medos e à nossa preguiça natural. É normalmente também avarento, pois não quer partilhar nada com os outros, que apenas querem aproveitar-se dele com projetos que irão falhar. No fundo, assume que os seus feitos passados foram modelo de perfeição e que não fora a sociedade má à sua volta, teria ido muito mais longe.

Se já sentiu em si algum destes sintomas, cuidado. Pare e analise friamente tudo o que está dentro de si se isto voltar a acontecer. Possivelmente será apenas um dia mau, em que está mais frágil e se compara mais aos outros. Mas se começar a acontecer-lhe recorrentemente,  então deve começar a olhar mais para si e menos para os outros. Evite o caminho da autodestruição.

 

M.c

 

Não gosto do meu vizinho do lado

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"Tu vales, mesmo que eu discorde de ti", Papa Francisco

Desde criança que foi assim. Havia um colega da escola de quem não gostava. Andava à luta com ele nos recreios, ou pensava ser mais eficaz insultá-lo ou mesmo até ignorá-lo e lançar boatos negativos que o afetassem.

Depois cresceu e aconteceu-lhe o mesmo na faculdade, no trabalho, na família ou mesmo na vizinhança lá de casa.

 

Amanhã vai sair-lhe o Euromilhões!

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"Devemos acreditar que temos um dom para alguma coisa e que, custe o que custar, havemos de consegui-la." Marie Curie

 

Toda a vida olhou à volta e viu que os outros tinham sorte. Alguns deles tinham muito mais sorte do que você. E isso pareceu-lhe injusto.

Por vezes é cultural. "A galinha da vizinha é sempre maior do que a minha".

Mas, na verdade, ninguém nasce sob uma boa estrela ou uma má estrela. O que conta, no fim do dia, é de facto a atitude que temos sob a estrela, seja essa estrela boa ou má.

Estamos predispostos às mudanças e às novidades? Qual a nossa relação com o futuro? Vivemos com ansiedade o que o futuro nos pode trazer? E em relação ao passado? Aprendemos com os erros? Como será que nos relacionamos os que nos rodeiam? Esforçamo-nos para conseguir o que queremos?

 

 

Banana ou Romã... Que tipo de Profissional sou eu?

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"Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é consequência." Albert Einstein

Já leu o título deste artigo e pensou: "Banana não sou de certeza". Claro. Todos nós nascemos e crescemos com a expressão "Não sejas banana" bem presente nas nossas vidas. As construções sociais em que nos envolvemos levam-nos a concluir que existe um preconceito contra "ser banana", ou seja, ser fraco, ser influenciável, não ter capacidade de se afirmar num ambiente social e/ou profissional.

E sobre a romã? O que é que sabe? Possivelmente não tem tão presente a conotação existente, nem sequer imagina se existem preconceitos. Enfim: tudo menos banana.

 

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